Os bichinhos de luz já deixavam suas asas pelos cantos dos lustres.Tornavam-se cupins.Ela ficou nervosa como se estivesse vendo discos voadores e ele também ficou.
O tempo e a clandestinidade os levaram à embriaguez .Ela não se sentia à vontade com seu penteado e ele se desculpou pelos trajes simples.
Quando pediu para que ela mostrasse seu corpo ela não relutou e sem constrangimento obedeceu.
Não imagina o rubor que ela teve ao se lembrar disso no dia seguinte.
O perfume dela era o de sempre....O dele não era o mesmo do passado...promessas de não voltarem a se separarem e uma despreocupada amnésia a fazer que eles se esquecem que não seria possível.
Mas,aquela noite já bastou para refrescar a lembrança e os presentearem com novos momentos,além de alguns beijos e versos,de uma ligação perigosa.
Não imagina o rubor que ela teve ao se lembrar disso no dia seguinte.
O perfume dela era o de sempre....O dele não era o mesmo do passado...promessas de não voltarem a se separarem e uma despreocupada amnésia a fazer que eles se esquecem que não seria possível.
Mas,aquela noite já bastou para refrescar a lembrança e os presentearem com novos momentos,além de alguns beijos e versos,de uma ligação perigosa.
Obs:Estas crônicas não têm conteúdo de contos,portanto não aguardem um final com solução de continuidade.

